Tuesday, October 14, 2008

Cachoeira das Palmeiras


Pela janela aberta o ar morno da noite invade teu aposento. aqui fora, o silêncio faz parceria com o luar num cósmico duelo encantadoramente intimista.
Quietude e fascínio fazem dueto com o pulsar de um coração perdidamente solitário
Já cansado de sonhar
Alquebrado olhar distante
Insinuar surdo de um suspiro
Rompe o silencio sepulcral.
falar de uma alma que agoniza
Lembradas quimeras distantes

O vento morno da madrugada
Acaricia teu corpo
Depois vem contar
Sussurrando o que viu



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